Acolha
Famílias que confiam na Acolha

Depoimentos

O que as famílias dizem da Acolha

Relatos de famílias cariocas que passaram pelo mesmo momento de busca e encontraram aqui o que precisavam.

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8+

anos de convivência

120+

famílias atendidas

4,8

avaliação média (em 5)

97%

recomendariam a Acolha

Depoimentos de Famílias

Cada história é diferente — mas em todas elas há o mesmo ponto de partida: a busca por um lugar onde um familiar querido estivesse bem.

AS

Ana Sousa

Filha de residente · Tijuca, Rio de Janeiro

"Minha mãe ficou na Convivência Diurna por quase um ano antes de migrar para a Residência Familiar. Em nenhum dos dois momentos senti que ela estava num lugar 'de passagem'. A equipe aprendeu o que ela gosta, respeita o ritmo dela e nos avisa quando há qualquer novidade. Isso, pra mim, vale muito."

Maio de 2025

RN

Rafael Nunes

Neto de residente · Barra da Tijuca, Rio de Janeiro

"Quando a gente foi visitar minha avó três dias depois de ela chegar na Acolha, ela nos recebeu contando sobre os outros moradores e o que tinha feito de manhã. Aquilo foi um alívio enorme. A adaptação foi mais suave do que esperávamos."

Abril de 2025

MC

Mariana Campos

Filha de residente · Botafogo, Rio de Janeiro

"A Acolha não é uma estrutura grande, e isso faz toda a diferença. Meu pai conhece quem trabalha lá pelo nome. No começo, confesso que fiquei com dúvida sobre a localização — a Barra fica um pouco longe para mim. Mas a política de visitas abertas ajuda muito. Sempre que consigo aparecer, ele está bem."

Maio de 2025

PL

Patricia Lima

Sobrinha de residente · Recreio, Rio de Janeiro

"Escolhemos a Suíte Benvinda para minha tia, que é muito acostumada com o próprio espaço. Ela precisava de privacidade e de ter as coisas do jeito dela. A equipe levou isso a sério desde o início — consultou as preferências dela, organizou o quarto como ela pediu. Ela nos disse que se sente em casa."

Abril de 2025

JM

Jorge Mendes

Filho de residente · Ipanema, Rio de Janeiro

"O que mais me impressionou foi a comunicação. Antes de entrar na Acolha, ficava sempre preocupado sem receber notícia. Lá, a equipe manda mensagem quando algo diferente acontece, quando meu pai participou de uma atividade nova, quando ele ficou mais quieto num dia. Pequenos sinais que mostram atenção de verdade."

Maio de 2025

LF

Luciana Ferreira

Filha de residente · Leblon, Rio de Janeiro

"A gente pesquisou bastante antes de escolher. O que nos convenceu foi a visita — a casa não tem aquela cara de instituição. Minha mãe entrou e perguntou se podia ajudar a arrumar a mesa para o almoço. Isso disse tudo. Ela se sentiu parte do ambiente desde o primeiro dia."

Maio de 2025

Histórias que nos motivam

Relatos mais detalhados de famílias que passaram por momentos diferentes e encontraram na Acolha uma resposta adequada para cada fase.

DM

Família Drummond — Convivência Diurna por 14 meses

Zona Sul, Rio de Janeiro

O ponto de partida

Dona Carmem, 78 anos, morava sozinha durante o dia enquanto os filhos trabalhavam. Não queria deixar a própria casa, mas as tardes estavam ficando longas e isoladas.

O que a Acolha ofereceu

Ela passou a vir de segunda a sexta para a Convivência Diurna. Almoçava com o grupo, participava das atividades da tarde e voltava para casa no horário que preferia.

O que mudou

Em poucas semanas, Dona Carmem ganhou um grupo de amigas na Acolha. Os filhos notaram que ela chegava em casa mais animada e dormia melhor. Ela mesmo dizia que a semana tinha voltado a fazer sentido.

"A Acolha não resolveu tudo — mas deu à minha mãe o que ela mais precisava naquele momento: companhia sem precisar abrir mão da própria rotina." — Filho de Dona Carmem

TA

Família Teixeira — Suíte Benvinda, moradia desde fevereiro de 2025

Barra da Tijuca, Rio de Janeiro

O ponto de partida

Seu Augusto, 84 anos, precisou deixar o apartamento após uma mudança familiar. Ele é muito independente, acostumado ao próprio espaço e com rotinas bem definidas que não queria perder.

O que a Acolha ofereceu

A Suíte Benvinda foi personalizada para ele desde o início: os horários de refeição foram ajustados, o espaço organizado conforme os móveis que ele trouxe, e a coordenação de visitas dos filhos passou a ser feita pela equipe.

O que mudou

Passados três meses, Seu Augusto está participando de atividades do grupo — algo que os filhos não esperavam. Ele próprio pediu para se juntar ao grupo de jogos de mesa às quintas-feiras.

"O meu pai é difícil de adaptar. Mas a Acolha foi paciente, escutou ele e respeitou o ritmo dele. Isso foi decisivo." — Filha de Seu Augusto

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Telefone

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Barra da Tijuca, RJ

Atendimento

Seg–Sex: 8h–18h
Sáb: 9h–14h

Credenciais e reconhecimentos

Membro da ABIH — Associação Brasileira de Hospitalidade e Inclusão

Boas Práticas em Serviços de Convivência — Vigilância Sanitária RJ

Indicada pelo Conselho Municipal do Idoso do Rio de Janeiro

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Se você está nesse momento de busca, estamos aqui para conversar com calma. Sem pressão — só um papo honesto sobre o que sua família precisa.

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